A Verificação Continuada de Processo (CPV) é o monitoramento contínuo do processo produtivo para garantir que ele permaneça estável, controlado e capaz de produzir medicamentos com qualidade consistente ao longo do tempo.
Saiba MaisMicrorreatores e química de fluxo permitem realizar reações químicas de forma contínua, com maior controle de temperatura, mistura e tempo de residência, aumentando segurança e eficiência no desenvolvimento de IFAs. Essa abordagem também facilita a otimização de processos, escalonamento mais previsível e melhor reprodutibilidade na produção farmacêutica.
Saiba MaisA transferência de métodos em HPLC exige garantir equivalência analítica entre diferentes sistemas e condições cromatográficas. No downscaling, o principal desafio é reduzir tempo e consumo sem comprometer resolução, robustez e confiabilidade dos resultados.
Saiba MaisA CADIFA estabelece um novo patamar regulatório para os IFAs no Brasil, fortalecendo os requisitos de qualidade, rastreabilidade e controle ao longo da cadeia produtiva. Esse avanço amplia a segurança dos medicamentos, harmoniza o país a padrões internacionais e eleva a competitividade da indústria farmacêutica nacional.
Saiba MaisOs polímeros inteligentes ampliam as possibilidades na liberação de fármacos ao responderem a estímulos como pH, temperatura ou sinais bioquímicos, modulando quando e como o princípio ativo é liberado. Esses sistemas aumentam a precisão terapêutica, melhoram a estabilidade do fármaco e reduzem variações indesejadas no organismo.
Saiba MaisInjetar a amostra em um solvente mais forte que a fase móvel pode causar distorção de picos, alargamento ou perda de eficiência cromatográfica. Esse desajuste compromete a resolução e a reprodutibilidade do método, exigindo atenção ao preparo da amostra.
Saiba MaisNanomateriais avançados aumentam a biodisponibilidade ao melhorar solubilidade e absorção dos fármacos. Isso resulta em maior eficácia e segurança terapêutica.
Saiba MaisA estabilidade de proteínas e biológicos sem refrigeração é um desafio, pois essas moléculas são sensíveis ao calor e podem perder atividade. Superar essa limitação é essencial para facilitar o transporte e ampliar o acesso a medicamentos.
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