O International Council for Harmonisation of Technical Requirements for Pharmaceuticals for Human Use Q10 trata a qualidade como gestão. O risco guia prioridades e decisões críticas.
Saiba MaisSuperar o “testing to compliance” significa deixar de apenas verificar resultados e passar a estruturar sistemas capazes de prevenir falhas. A estratégia de controle de contaminação posiciona a microbiologia como um pilar ativo na gestão de risco e na tomada de decisão.
Saiba MaisExcipientes multifuncionais oferecem ganhos de desempenho e simplificação de formulação, impulsionando a inovação no desenvolvimento farmacotécnico. Por outro lado, exigem avaliação criteriosa de risco, variabilidade e impacto na qualidade para garantir robustez e reprodutibilidade do produto.
Saiba MaisA RDC 997/2025 reforça a exigência de que a qualidade seja efetivamente aplicada na prática, e não apenas documentada (“qualidade de gaveta”). Ela exige maior integração do sistema de qualidade com a rotina produtiva, focando em gestão de riscos, rastreabilidade e melhoria contínua.
Saiba MaisUma abordagem sistemática para problemas em **HPLC** envolve investigar variáveis críticas (fase móvel, coluna, fluxo, detector) de forma estruturada, identificando a causa raiz em vez de tentar soluções aleatórias. Isso garante maior reprodutibilidade, economia de tempo e decisões analíticas mais robustas no desenvolvimento e rotina laboratorial.
Saiba MaisInjetar a amostra em um solvente mais forte que a fase móvel pode causar distorção de picos, alargamento ou perda de eficiência cromatográfica. Esse desajuste compromete a resolução e a reprodutibilidade do método, exigindo atenção ao preparo da amostra.
Saiba MaisAs partículas/cristais de um fármaco podem variar em tamanho e no número de faces, desta forma podem assumir diferentes formatos, o que chamamos de hábito cristalino.
Saiba MaisDissolução é o processo de liberação do insumo farmacêutico ativo (IFA) de sua forma farmacêutica, tornando-o disponível para absorção pelo organismo.
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